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Electric apresenta Juice n.35 na Pacha, Floripa

Posted on 30 outubro 2009 by Paulinho Sefton

Foi no dia 24 de outubro, sábado que mais uma vez a festa da Juice quebrou o recorde de público na Pacha. Desta vez com 4.300 pessoas que curtiram o house que a casa proporciona em cada festa e a atração principal do “Juice Spot”. A banda mais style de Floripa, a Morning Sun, tocou um repertório se surf music que fez a galera delirar e esperar pela próxima festa. Lá pelas duas da manhã o DJ Eduardo Cintra entrou com um set list de Hip Hop avassalador que fez a galera sair do chão no movimento das batidas.

A Electric, marca californiana que faz os óculos mais estilosos do mundo fez bonito e colocou lindas e ousadas imagens publicitárias pela casa. Além de ter um espaço exclusivo para bater as fotos das pessoas que estiveram presentes. Samuel Schimidt esteve com a máquina na mão para registrar tudo.


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Surf e Rap na telona

Posted on 05 setembro 2009 by Manu Scarpa



Para quem gosta de Rap, o filme é um prato cheio. Para os menos simpatizantes, uma boa oportunidade de apreciar e conhecer esse estilo musical produzido nas periferias. Pela primeira vez um filme de surf traz a trilha sonora de ponta a ponta com o melhor do rap nacional. Nomes como MV Bill, RZO, Função RHK e Xis fazem parte das mixagens que acompanham as bombas filmadas ao redor do mundo. A idéia dessa mistura surgiu entre amigos, mas quem bateu o martelo foi o videomaker e diretor Luiz Eduardo Pavão (Duda). Quem deu vida a essa criação foi Dj Cia, produtor musical que há mais de 15 anos representa o rap nacional nas pistas. De passagem por Floripa, a revista Juice conversou com ele e a entrevista você confere agora.

Como você conheceu o Duda e como surgiu essa parceria?
Dj Cia: O Duda eu conheci através de um amigo que trabalha com a gente. Eles se encontraram numa festa em São Paulo, conversaram nos bastidores e o Duda comentou que estava fazendo um filme sobre surf e procurava alguém para colocar uma trilha. Então ele nos apresentou.

Como que você definiria o estilo musical do filme que prioriza o rap nacional?
Dj Cia: O Duda mostrou as imagens, tinham umas cenas de surf mais agressivo e aí ele me dava uns toques do que ele imaginava e eu mostrava os sons que eu achava que combinavam. A gente entrou em sintonia e fomos montando a trilha juntos. Rolou super bem, foi uma grande parceria. Outros filmes de surf já usaram o rap nacional na trilha sonora, mas esse trabalho é o único que prioriza esse estilo musical. Tive a preocupação de usar músicas com letras relacionadas ao surf, que contam uma história, que falam do sul, de mulher, do cara ser guerreiro, porque no esporte o cara tem que ser guerreiro, tem que se dedicar. E o rap tem muito isso de passar mensagem através das letras, para a pessoa estudar, praticar esporte, ficar longe do que é errado.

O filme não tem um minuto de silêncio, como você explica essa idéia?
Dj Cia: A idéia foi do Duda, mas eu sempre quis fazer isso em outros meios em que a música rola. No surf todo mundo curte som e é bem antenado, por isso quando apareceu a idéia eu achei maravilhoso. Era a oportunidade de mostrar que o rap se encaixa em qualquer trilha sonora, com qualquer parada. Como acontece nos Estados Unidos, que você encontra bastante trilha de hip hop nos comerciais e filmes. No Brasil isso ainda é um pouco devagar, o pessoal ainda tem um pouco de preconceito.

Qual teu contato com o surf?
Dj Cia: Eu conheço vários surfistas, tenho vindo muito para o sul. Eu só não sei nadar, mas admiro todos os esportes dentro da água. Acho que a gente que trabalha com música precisa ter envolvimento com pessoas de todos os tipos. Porque as pessoas querem ouvir música e a gente quer mostrar o nosso trabalho. Eu que sou produtor preciso dessa exposição, por isso a maior parte das músicas que coloquei no filme fui eu que produzi, tanto aqui no Brasil como lá fora.

Você já tinha feito algum trabalho parecido com esse?
Dj Cia: Eu fiz um trabalho parecido para uma marca de óculos bem conhecida. Tinha muitos sons instrumentais e coloquei mais músicas gringas. Foi mais curto também, não como esse que produzi para o Duda, com essa sintonia, mais louco, por a gente ter feito junto, ter batido as idéias.

Como foi o processo de criação dessa trilha? Quanto tempo levou?
Dj Cia: As músicas eu já tinha. Demorou uma semana no máximo. Mais por causa da distância e dos horários, o Duda estava fazendo outras coisas e eu fazendo o disco.

Qual sua opinião sobre o resultado final do trabalho?
Dj Cia: Eu tenho recebido várias mensagens pela Internet e acho que quando isso acontece significa que o pessoal está gostando e que o trabalho valeu a pena. Esse retorno positivo faz expandir a idéia para outras pessoas fazerem um trabalho parecido espelhando-se na gente, com outros djs envolvidos. Que isso seja um impulso para a utilização de mais músicas brasileiras em filmes, não só o rap. A música e o esporte, por mais que as pessoas não vejam dessa maneira, atraem multidões e poderiam ser usados para mandar mensagens positivas de cuidado com a natureza, voto consciente, levar a sério os estudos.

A difusão do rap nacional se deve muito ao seu trabalho de Dj. O que o filme trouxe pro rap?
Dj Cia: Eu sou do RZO, eu gosto de rap nacional e eu produzo esse tipo de som. Então eu tenho que pensar que se eu quero difundir a música nacional – e por conseqüência, o meu trabalho – não adianta tocar sons gringos como 50th Cents, 2Pac, Notorious. Por mais que eu goste do som, não vou alcançar o meu objetivo. A idéia é fazer a música nacional estar em diferentes segmentos, porque isso só vai trazer retorno positivo para o movimento do rap e também para o meu trabalho de Dj. O filme fez a ponte entre o rap e o surf para as pessoas que não conhecem o esporte e nem imaginavam o que era pegar uma onda no nível que os surfistas apresentam hoje em dia. Então surge uma ligação entre eles que não havia antes. A associação com manobras do skate, por exemplo. E o contrário também se encaixa, levar o rap para a galera do surf que não conhecia e, por isso, não entendia o rap. Eu espero que os caras do surf tenham essa mesma visão, que essa troca de experiências e informações é crescimento. Às vezes tem manobra de um determinado esporte que eu penso em adaptar nos toca discos, tento produzir um som para representar aquele efeito, como por exemplo o som da onda “tchuáááá”, ta ligado? É um scratch, é louco!

Você anda de skate?
Dj Cia: Não. Meu pai é Dj (Dj Alemão) e eu comecei a tocar com 13 anos, para isso precisei me dedicar. Então me dediquei. Sou 24 horas toca discos, mais nada. Até gostaria de aprender, mas eu não posso me arriscar. Já imaginou levar um tombo, ficar com o braço engessado e não poder tocar?

Assista a entrevista com o diretor do filme subfoco, Duda Pavão.
Na página principal. Confira.
VIDEO
Entrevista com o diretor do filme SUBFOCO, Duda (Luiz Eduardo Pavão);
Trechos do filme - trilha sonora DJ CIA;
imagens do filme SUBFOCO PRODUÇÕES;
imagens entrevista - Marianna Piccoli

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Lançamento da Ed.34 na Pacha - Florianópolis

Posted on 19 agosto 2009 by Paulinho Sefton

A idéia sempre foi lançar as edições da Juice fazendo um evento que se assemelhasse a um festival. Com exposição de arte ou fotografias e som ao vivo feito por bandas que transmitam a essência da cultura surf.

 

O Lançamento da edição 34 foi diferente dos outros trouxe esse gostinho. A Pacha em Florianópolis, pelo seu tamanho e mobilidade, permitiu que realizássemos uma festa com o espírito da Juice. Tanto pelo formato como pelas atrações. Convidamos a banda Trois Ponts de Florianópolis que tocou um repertório que variou de Red Hot Chili Peppers passando por Incubus e John Mayer. A isto, juntamos a arte de Arthur dos Santos, popularmente conhecido como Tuka, e seu amigo Dieran que pintaram camisetas, telas e até uma prancha se surf ao vivo, na frente de todos.

 

A festa teve patrocínio da marca de relógios californiana Freestyle. Tivemos banners espalhados por um espaço na Pacha e um “Photo Spot” onde os convidados bateram fotos com um pano de fundo da Freestyle. Confira tudo agora pelas fotos do Ismael Passos.

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Damien Rice

Posted on 27 maio 2009 by Samuel Schmidt

            Entrou no palco com uma roupa simples: camiseta básica - discreta e sem estampas - e uma calça desbotada, aparentemente pelo uso. Mas o que mais chamou a atenção foi seu violão. Surrado, castigado, a madeira arranhada e amassada. Ficava evidente que tinha sido um instrumento usado para expressar os sentimentos que suas músicas transmitem.

            Damien Rice, nascido na Irlanda em 1973, apresentou-se em Florianópolis em fevereiro deste ano. O show teve uma belíssima participação especial do músico brasileiro Seu Jorge, que também emocionou o público apenas ao som acústico do violão e de sua grave voz. Todo dinheiro arrecado com os ingressos foi doado para a entidade beneficente “Associação Saúde Criança Recontar”.

            Em 1999, Damien Rice largou a banda na qual tocava por conflitos internos, e foi para Itália. Comia o que plantava, e tocava nas ruas de Toscana para angariar poucos trocados para sua subsistência. Em 2002, lançou o disco “O”, o qual foi gravado dentro do seu quarto, e, surpreendentemente, alcançou a marca dos dois milhões de álbuns vendidos. De lá pra cá, o músico irlandês tem encantado multidões com suas letras melancólicas, profundas, cheias de reflexões sobre amizade, amor e as dificuldades da vida. Para aqueles que o conhecem, dizem que Damien Rice é a representação de suas próprias músicas: melancólico, tímido, jovial, introspectivo e complicado.

            Para conhecer melhor o trabalho do artista é só entrar no site oficial e conferir vídeos, ouvir suas músicas e ver fotografias de shows. Acesse www.damienrice.com.

 

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EVOKE BRING THE NOISE na Fun House

Posted on 24 março 2009 by Manu Scarpa

O movimento EVOKE BRING THE NOISE há 5 anos realiza Jam Sessions com músicos que fazem parte da Família EVOKE. No dia 16 de março, o evento ganhou uma proporção única e histórica. O que era para ser um simples show para amigos e convidados com a Banda Bife Killers - formada por Binho Nunes na guitarra, seu parceiro Danilo Grillo nos vocais, Digão dos Raimundos na guitarra solo, o film maker Rick Canne no contra-baixo e Marco na bateria - se transformou em uma Jam Session de nível internacional. A presença do lendário guitarrista Andreas Kisser da banda Sepultura e do vocalista Derrick Green também do Sepultura, levaram o seleto público ao delírio quando ao subirem no palco. O repertório foi de Agent Orange a Dead Kennedys, passando por Foo Fighters, Ramones e TSOL. Uma noite clássica e antológica que vai ficar marcada na memória dos presentes. Ao Longo de 7 anos de existência a EVOKE expressa suas raízes de forma genuína e espontânea, apoiando e fomentando movimentos diretamente ligados a arte, música, moda e esporte. Um caminho natural que reflete os verdadeiros valores da marca.

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